F.A.Q. Espírita

PRECE: Oração; meio de ligação do Homem a Deus. A prece não é apenas a repetição de palavras mais ou menos harmoniosas, mais ou menos sonoras, mais ou menos humildes, ditas apenas com os lábios; é vibração, energia, poder.

A prece elevada é manancial de magnetismo criador e vivificante e toda a criatura, que cultiva a prece com equilíbrio de sentimento, transforma-se, gradualmente, em foco radiante de energia. Deve ser feita directamente a Deus, mas pode também ser-lhe endereçada por intermédio dos bons Espíritos, que são os seus mensageiros e os executores da sua vontade. Podem ser três os objectivos da prece: louvar, pedir e agradecer.

O veículo que conduz a prece até Deus, ou ao destinatário, é o pensamento que irradia pelo Infinito, através de ondas mentais. A eficácia da prece não depende da postura que se adopte, das palavras com que seja formulada, do lugar onde se esteja, nem de horas convencionais; decorre, antes, da humildade e da fé daquele que a emite, a par da sinceridade e veemência que lhe imprima.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. III, Perg. 161, FEB, 32ª Edição, 1988.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. XXVI, item 4, Cap. XXVII, itens 1 a 23, Cap. XXVIII, itens 2 e 3, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 3ª, Cap. II, Pergs. 658 a 666, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

 

DEUS: Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Deus é o centro para o qual convergem e onde vão terminar todas as potências do Universo. É o foco de que emana toda a ideia de justiça, solidariedade, amor; o alvo comum para o qual todos os seres se encaminham, consciente ou inconscientemente. É, ainda, o princípio originário de tudo o que vive, de tudo o que se move, de tudo o que "é"; é inteligência, pensamento e, como tal, Criador incriado; o fluido universal que Dele parte, é o instrumento e o meio de todas as criações que se operam no infinito e na eternidade, de acordo com as leis naturais, imutáveis e eternas que Ele mesmo estabeleceu, como imutável e eterna é a Sua inteligência e o Seu pensamento.

Vibrando no âmago do Espírito, é força propulsora, graças à qual este atinge a sua perfeição relativa.

Temos a prova da existência de Deus, neste axioma: "Não há efeito sem causa".

Deus é eterno, imutável, imaterial, único, omnipotente, soberanamente justo e bom e infinito em todas as suas perfeições.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

A GÉNESE, Cap. II, Itens 1 a 37, Cap. VI, itens 14 e 15, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, “Deus”, pp. 31 e 32, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Introdução, item 6, Parte 1ª, Cap. I, Pergs. 1 a 16, Parte 3ª, Cap. I, Pergs. 614 a 617, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

CRUCIFICAÇÃO: Suplício. Suportar a cruz constitui o sacrifício e a tarefa de sofrer resignada e perseverantemente as provas e as aflições, sabendo que elas se destinam à renovação do ser. Essa cruz implica a renúncia que demonstra o rendimento de valores espirituais em nosso favor e em benefício daqueles que nos cercam, no desapego ao bem próprio pelo bem de todos.

A Cruz do Mestre não é um símbolo de passividade à frente da astúcia e da crueldade, mas sim uma mensagem de resistência contra a mentira e a criminalidade, mascaradas de religião, num protesto firme que perdura até hoje.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

A GÉNESE, Cap. XVII, Itens 3 a 9, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

JESUS: Fundador, protector e governador da Terra, a cuja formação presidiu. Encarregado do seu desenvolvimento e do progresso de todas as suas criaturas, nos diversos reinos da Natureza, e da condução da humanidade na senda do aperfeiçoamento.

A sua natureza era espiritual e a sua origem divina. Veio à Terra para trazer aos homens um exemplo de amor, caridade e devotamento, para lhes ensinar a sofrer, a fim de se regenerarem.

O objectivo da sua missão era auxiliar os homens a desprenderem-se, a fim de lhes elevar o espírito.

Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, porque Ele é o símbolo da lei do amor. É o Caminho, pela moral que pregou e personificou, pelos seus ensinamentos e exemplos, pois que ensinou os homens a viver e a morrer, tendo por objectivo o progresso do espírito. É a Verdade, porque é o mensageiro directo de Deus e proposto por Ele com o encargo de a transmitir aos Homens, de modo progressivo, à medida que a possam receber. É a Vida porque, progredindo mediante a prática da moral que Ele pregou e que personificou, o Espírito, separando-se do corpo material, encontra-se liberto das trevas da ignorância e da expiação, chegando, assim, à libertação da encarnação material.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 3ª, Cap. I, Pergs. 625 e 647, Cap. II, Perg. 665, Cap.VI, Perg. 764, Cap. X, Perg. 841, Cap. XI, Pergs. 879, 886, 887, Parte IV, Cap. II, Perg. 1018, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, pp. 121 a 153, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. I, itens 3,4 e 9, Cap. II, item 4, Cap. VI e Cap. VIII, item 18, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

A GÉNESE, Cap. XV, item 2, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. X, item 18, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

 

CENTRO ESPÍRITA: É uma escola, onde o Homem pode aprender e ensinar a plantar o bem, aprimorando-se e aperfeiçoando os outros, na senda eterna. Para as crianças e jovens é necessário que o Centro Espírita seja um local que se venera e se busca, na certeza de que ele abriga e derrama a Paz, os ensinamentos, a confiança e a fé ilimitada em Deus e na Sua Justiça. Para todos os homens, o Centro Espírita deve ser o templo onde o sentimento de religiosidade se afirma e engrandece e a escola onde, dia após dia, mergulha a sua alma nas leis sublimes que regem o Universo e a Vida em que ele também se encontra inserido.

Bibliografia

KARDEC, Allan

OBRAS PÓSTUMAS, 2ª Parte, pp.294, 295 e 339 a 374, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 2ª Parte, Cap. XXIX e XXX, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

 

 

TRÁFICO DA MEDIUNIDADE: A Doutrina Espírita demonstra que a mediunidade é apenas a manifestação espontânea de uma faculdade natural. Os médiuns necessitam de se identificar com o ideal de Jesus, buscando o ensinamento evangélico como alicerce das suas vidas; necessitam compreender, com toda a sua amplitude, a verdade contida na afirmação do Mestre: "Dai de graça o que de graça receberdes". Não deverão encarar a mediunidade como um dom ou como um privilégio, mas sim como uma possibilidade bendita de reparar os seus erros passados, submetendo-se, dessa forma, com humildade aos alvitres e conselhos da Verdade.

O desinteresse deve ser uma das qualidades essenciais do médium, tanto quanto a modéstia e o devotamento, uma vez que a mediunidade é uma tarefa de testemunho ou reparação de faltas cometidas em vidas anteriores.

A mediunidade evangelizada jamais poderá ser transformada em profissão ou fonte de rendimento.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. X, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 2ª Parte, Cap. XXVIII, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap.XXI, itens 2, 3, 5 a 8 e 10, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. II, “Escolhos da mediunidade”, pp. 175 a 178 e “Charlatanismo”, pp. 182 e 183, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

A GÉNESE, Cap. XIII, item 14, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 2ª, Cap. IX, Pergs. 549, 550, 553, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

MEDIUNIDADE: É a faculdade ou aptidão especial que têm certos indivíduos, chamados médiuns, de servirem de intermediários entre o mundos físico e o espiritual.

Esta faculdade é inerente ao homem, donde se conclui que não constitui privilégio exclusivo e que poucos são os que não a possuem. No entanto, normalmente esse qualificativo só se aplica àqueles em quem a faculdade se manifesta ostensivamente.

O serviço de elevação exige esforço e boa-vontade, vigilância e compreensão daquele que o executa. A bondade, o entendimento, o completo desinteresse próprio e o estudo representam, assim, o único roteiro para crescer no aperfeiçoamento dos dons psíquicos de que se é portador.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 2ª Parte, Cap. XXII, "Vocabulário Espírita", FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. XXIV, item 12, Cap. XXVI, itens 7 a 10, Cap. XXVIII, item 77, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. I, “Fenómenos Espíritas Simulados”, pp. 70 e 71, “Médiuns interesseiros”, pp. 97 a 103 e “Médiuns feiticeiros”, pp. 103 a 105, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

A GÉNESE, Cap. XIII, itens 5 e 6, Cap. XIV, itens 40 a 44, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

OBRAS PÓSTUMAS, I Parte, “Dos médiuns”, pp. 57 a 67, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

 

AUTO-AJUDA: É o processo desencadeado pela vontade, num estado de consciência que busca a mudança para melhor, sentindo a necessidade de sair das posturas antigas, para criar uma nova forma de estar e de agir.

 

Bibliografia

KARDEC, Allan :

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 3ª, Cap.XII, Pergs. 918 e 919, Parte 4ª, Cap. II, Perg. 999 e 1000, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. XVII, itens 1 a 4, 10 e 11, Cap. XXV, itens 1 a 11, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

LEI DE CAUSA E EFEITO: É conhecida, desde civilizações remotas, sob a designação de Carma.

Nenhum acaso rege os destinos. É a Lei do Carma, Lei de Causa e Efeito ou a Providência Divina, que tudo coordena, ajusta e opera, intervindo tanto nos fenómenos subtis do mundo microscópico, como na vastidão incomensurável do macrocosmos. Ela tem, por objectivo único, dirigir o aperfeiçoamento incessante de todas as coisas e seres que compõem a harmonia da Criação.

O Carma constitui, portanto, a Lei de Causa e Efeito, com o seu saldo credor ou devedor para com o Espírito. As regras inflexíveis de que "a semeadura é livre mas a colheita obrigatória", e de que "a cada um será dado conforme as suas obras", não abrem excepções a quem quer que seja, mas ajustam as criaturas à disciplina colectiva, tão necessária ao equilíbrio e harmonia da humanidade.

O principal meio de modificar o nosso Carma, para melhor, reside no controle dos nossos pensamentos, palavras e acções, pois, à medida que nos melhorarmos, reduziremos ou modificaremos os débitos do passado e criaremos um novo Carma para o futuro.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 2ª, Cap. VI, Perg.258 a 266, Cap. VII, Perg. 392 a 399, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O CÉU E O INFERNO, Iª Parte, Cap. VII, pp. 90 a 101, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

A GÉNESE, Cap. XV, item 15, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. II, itens 100 a 103, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.
OBSESSÃO: Acto ou efeito de importunar excessivamente. Todas as manifestações de sentimento aviltado, todos os vícios e imperfeições da criatura estabelecem a comunicação espontânea com os poderes que os representam nos círculos inferiores da natureza, criando distonias e enfermidades, em que se levantam fobias e fixações, desequilíbrios e psicoses, a evoluírem para a alienação mental declarada. Os momentos de invigilância são uma porta que se abre para o mundo íntimo, facilitando a afinização com pensamentos estranhos e mentes desequilibradas, assim como o inevitável reacender de antigos débitos entre credor e devedor.

Encontrando na criatura a predisposição e as defesas desprotegidas, aquele (ou aqueles) a quem maltratámos no passado vai instalando a sua onda mental com persistência e a mente da criatura invigilante assimila-a e reflecte-a, deixando-se dominar pelas ideias intrusas. Tendo liberdade de escolha para rejeitar ou aceitar esses pensamentos, a criatura deixa-se geralmente dominar passivamente. Deste modo, o inimigo do passado, ou obsessor, age sempre aproveitando-se das brechas morais que encontra na criatura. Assim, justapondo-se subtilmente, cérebro a cérebro, mente a mente, vontade dominante sobre vontade que se deixa dominar, órgão a órgão, através do perispírito, pelo qual se identifica com a criatura encarnada, o inimigo desencarnado instala a sua onda mental na mente da criatura visada.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 2ª, Cap. IX, Pergs. 473 a 483, FEB, 66ª Edição, Rio de janeiro, 1981.

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 2ª Parte, Cap. XXIII, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. X, item 6, Cap. XII, itens 5 e 6, Cap. XXVIII, itens 81 a 84, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. I, “Loucura, suicídio e obsessão”, pp. 111 a 114, Cap. II, itens 70 a 78, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, “Da obsessão e da possessão”, pp. 67 a 74, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O CÉU E O INFERNO, 2ª Parte, Cap. IV e Cap. V, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

A GÉNESE, Cap. XIV, Itens 45 a 49, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

 

SOFRIMENTO: O sofrimento, suportado com paciência e resignação, será  o passaporte para a libertação, depois da morte física. O sofrimento é uma vicissitude da vida que pode ser de duas espécies: uma tem a sua causa na vida presente, outra na vida passada. O Espírito sofre, quer no mundo material, quer no espiritual, a consequência das suas imperfeições. Todo o padecimento na vida corpórea é oriundo da imperfeição da criatura. Os sofrimentos são, afinal, expiações de faltas cometidas na existência presente ou nas precedentes. No entanto, para que essas inquietações sirvam de reajuste à alma, a criatura tem por dever  transformá-las em testemunhos de fé. Conduzindo-nos ao reajuste, a dor é o grande e abençoado remédio que nos reeduca a actividade mental, reestruturando o nosso perispírito. Depois do poder de Deus, a dor e os sofrimentos são as únicas forças capazes de alterar o rumo dos nossos pensamentos, compelindo-nos às modificações indispensáveis.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

A GÉNESE, Cap. III, itens 1 a 10, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. VII, pp. 89 a 101, FEB, 34ª Edição, Rio de janeiro, 1987.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. III, Pergs. 123, 124, 132 a 135, FEB, 32ª Edição, Rio de janeiro, 1988.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. V; FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 4ª, Cap. I, Perg. 920 a 940, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

 

RENCARNAÇÃO: Volta do Espírito à vida corporal.

A reencarnação pode dar-se imediatamente após a morte ou depois de um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual o Espírito fica errante. Pode dar-se na Terra ou em outras esferas, mas sempre num corpo humano e jamais no de um animal.

A reencarnação é progressiva ou estacionária, jamais retrógrada. Nas novas existências corporais o Espírito pode decair quanto à posição social, mas não como Espírito; por outras palavras, de senhor pode tornar-se servo, de prínc¡pe, artesão, de rico, miserável, contudo, progredindo em sabedoria e moralidade. Assim, o celerado pode tornar-se homem de bem, mas o homem de bem não se tornará  um celerado.

Bibliografia

KARDEC, Allan :

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 2ª Parte, Cap. XXXII, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. IV, itens 4 a 17, 24 e 25, Cap. V, item 11, Cap. VIII, item 4, Cap. XX, item 3, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

A GÉNESE, Cap. XI, itens 33 e 34, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 2ª, Cap. II, pergs. 132 e 133, Cap. IV, Pergs. 166 a 170, Parte 4ª, Cap. II, perg. 1010, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, Criação, item 21, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. III, itens 135, 140, 142 e 143, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

 

DESTINO: Após a morte do corpo físico, o Espírito vai para lugares ou planos de vibração de acordo com o seu estado de alma quando parte, e o seu comportamento moral durante a vida terrena.

Conservando a sua individualidade, o Espírito assume uma forma através do seu corpo perispiritual.

Bibliografia

KARDEC, Allan

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 1ª Parte, Cap. I, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Introdução, item 6, Parte 2ª, Cap. III, Pergs. 149 a 165, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

A GÉNESE, Cap. XI, itens 35 e 36, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. II e Cap. VII, pp. 90 a 101, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Introdução, “Resumo da Doutrina de Sócrates e Platão”, itens V e VIII, Cap. II, item 5, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. III, itens 144 a 162, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, pp. 207 a 213, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

 

 

DESTINO: Após a morte do corpo físico, o Espírito vai para lugares ou planos de vibração de acordo com o seu estado de alma quando parte, e o seu comportamento moral durante a vida terrena.

Conservando a sua individualidade, o Espírito assume uma forma através do seu corpo perispiritual.

Bibliografia

KARDEC, Allan

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 1ª Parte, Cap. I, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Introdução, item 6, Parte 2ª, Cap. III, Pergs. 149 a 165, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

A GÉNESE, Cap. XI, itens 35 e 36, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. II e Cap. VII, pp. 90 a 101, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Introdução, “Resumo da Doutrina de Sócrates e Platão”, itens V e VIII, Cap. II, item 5, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. III, itens 144 a 162, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, pp. 207 a 213, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

 

PERISPÍRITO: Envoltório semi-material do Espírito. É o elo de ligação entre o espírito e a matéria. O Espírito adquire esse envoltório no mundo em que se encontra e muda-o ao passar a um outro mundo. É mais ou menos subtil ou grosseiro, conforme a natureza de cada globo. O perispírito pode tomar todas as formas, à vontade do Espírito. Normalmente assume a fisionomia da última existência corpórea.

Uma vez que a sua natureza é etérea, a substância do perispírito é susceptível de certas modificações que a tornam perceptível aos nossos olhos.

A sua natureza íntima ainda é desconhecida. Poderia, porém, supor-se que a matéria dos corpos é composta de uma parte sólida e grosseira e de uma parte subtil e etérea; que somente a primeira sofre a decomposição produzida pela morte, ao passo que a segunda persiste e acompanha o Espírito. Assim, o Espírito teria um duplo envoltório; a morte apenas o despojaria do mais grosseiro; o segundo, que constitui o perispírito, conservaria a marca e a forma do primeiro, do qual é uma espécie de sombra. Mas a sua natureza, essencialmente vaporosa, permitiria que o Espírito lhe modificasse a forma pela vontade e a tornasse visível ou invisível, palpável ou impalpável.

O perispírito é para o Espírito aquilo que o perisperma é para o gérmen do fruto.

Bibliografia

KARDEC, Allan :

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. IV, item 24, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 2ª, Cap. I, pergs. 93 a 95, Cap. III, pergs. 150 a 155 e Cap. VI, item 257, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O CÉU E O INFERNO, 1ª parte, Cap. I, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª parte, itens 9 a 13, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

A GÉNESE, Cap. II, item 23, Cap. XI, itens 17 e 18, Cap. XIV, itens 7 a 12, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O QUE É O ESPIRITISMO, Cap. II, itens 9 a 14, FEB, 32ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O LIVRO DOS MÉDIUNS, Cap. I, item 3, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

 

ESPÍRITO: Do lat. spiritus, de spirare, soprar. No sentido especial da Doutrina Espírita, os Espíritos são os seres inteligentes da criação e povoam o universo, fora do mundo corpóreo.

A natureza íntima dos Espíritos é-nos desconhecida; eles próprios não a podem definir, por ignorância ou por deficiência da nossa linguagem. A esse respeito, estamos como os cegos de nascença em relação à luz. De acordo com o que nos dizem, o Espírito não é material, no sentido vulgar do termo; também não é imaterial, no sentido absoluto, pois é alguma coisa e a imaterialidade absoluta seria o nada. O Espírito é, pois, formado de uma substância, da qual a matéria grosseira não nos pode dar uma ideia que afecte os nossos sentidos. Pode ser comparado a uma chama ou centelha, cujo brilho varia conforme o seu grau de depuração. Pode afectar todas as formas, por meio do perispírito que o envolve.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Parte 1ª, Cap. II, pergs. 23 a 27 e 76 a 83, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

O CÉU E O INFERNO, 1ª Parte, Cap. III, item 5, FEB, 34ª Edição, Rio de Janeiro, 1987.

OBRAS PÓSTUMAS, 1ª Parte, “A Alma”, item 4, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

A GÉNESE, Cap. XI, itens 1 a 14, FEB, 23ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. XIV, item 8, Cap. XVII, item 11, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O LIVRO DOS MÉDIUNS, 1ª Parte, Cap. I, Itens 2 e 3, FEB, 42ª Edição, Rio de Janeiro, 1980.

ESPIRITISMO: É, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica.

Como ciência prática, consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais que dimanam dessas mesmas relações.

O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como das suas relações com o mundo corporal.

Bibliografia

KARDEC, Allan:

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I, item 8, FEB, 99ª Edição, Rio de Janeiro, 1988.

O Livro dos Espíritos, Introdução, FEB, 66ª Edição, Rio de Janeiro, 1981.

Obras Póstumas, 1ª Parte, pp. 199 e 200, FEB, 18ª Edição, Rio de Janeiro, 1981